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Arquivo da Categoria 'Livros'

A livraria Centésima Página recomenda para leitura:

Este romance é mais do que uma viagem guiada pelo território nebuloso da memória. É mais do que uma narrativa construída sob o fascínio das letras de Pierre Loti e sob o efeito da descoberta do seu contagiante exotismo. É já o emergir de uma voz pessoalíssima e de uma concepção romanesca que vive muitas vezes paredes meias com o tempo cinematográfico.

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Uma Barragem contra o Pacífico poderia ser, também ainda hoje (1988), apenas uma visita guiada aos escombros das propagandas coloniais com que se encheram as paredes da Europa no fim do séc. XIX e na primeira metade do séc. XX para os deserdados e os desiludidos dessa mesma Europa, os que simplesmente procuravam (onde?) o seu quinhão da herança de espaço e mundos novos, ou tão só um lugar seu, onde viver e trabalhar, um canto da planície, entre a floresta e o Pacífico, só com o Sol por cima e hectares de terra fértil a perder de vista, onde apenas haveria que produzir, criar uma família (e, naturalmente, enriquecer) sem problemas nem políticas, sem a sensação de desespero e asfixia das metrópoles; para isso, segundo Marguerite Duras, bastava a embriaguês causada pelas leituras de Pierre Loti.

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A livraria Centésima Página recomenda para leitura:

Últimas Tardes com Teresa (Prémio Biblioteca Breve 1965)

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“Últimas Tardes com Teresa”, o romance que consagrou Juan Marsé, conta a história de Pijoaparte, um jovem dos bairros pobres de Barcelona que ambiciona a riqueza e o prestígio social, e de Teresa, uma jovem rica que encarna os sonhos materiais daquele.
Entre dois mundos distintos, o proletário e o burguês, Juan Marsé traça um retrato inesquecível da Espanha do pós-guerra.

A livraria Centésima Página recomenda para leitura:

O Último Negreiro, de Miguel Real

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A história do último traficante de escravos portugueses, que começou na Bahia por alugar três escravos para tarefas definidas, deitou fogo à propriedade de um banqueiro e fugiu num barco para África, onde teve cem filhos, fundou uma dinastia e foi negreiro até à morte, mesmo depois de abolida a escravatura.

Dia Mundial do Livro.

Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor, instituído pela Conferência Geral da UNESCO a 15 de Novembro de 1995, é assinalado a 23 de Abril.

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Foi este o dia escolhido pela Unesco, pois é dia de S. Jorge e pretende-se desta forma honrar não só a velha tradição catalã segundo a qual neste dia, os cavaleiros oferecem às suas damas Uma Rosa Vermelha de S. Jorge (Saint Jordi) e recebem em troca, UM LIVRO, mas também prestar homenagem à obra de dois grandes escritores, Shakespeare e Cervantes, falecidos em 1616, exactamente a 23 de Abril.

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O Principezinho

O desenho de uma cena de O Principezinho foi encontrado no Japão e crê-se que seja um original pintado pelo autor do livro, Antoine de Saint-Exupéry, noticiou hoje a agência Kyodo.

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De acordo com dados divulgados pela agência noticiosa japonesa, até agora foram vendidos mais de 80 milhões de exemplares de O Principezinho em todo o mundo.
Fonte:Lusa/SOL

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