Nasci nos anos 60, fui ouvindo, como muitos da minha geração, os novos sons e as novas mensagens da música que se fazia e que anunciava novos valores (e a história repete-se) ... Sou, talvez por isso, da geração do desencantamento, mas gosto de continuar a acreditar num Mundo melhor. Tive o privilégio de poder ver o Mar todos os dias e com isso aprendi a ver a ouvir e a sentir a imensidão de tudo o que nos rodeia. Absoluto e relativo passam a ser palavras que se entrecruzam.
Por isso e por tudo o que cresce, vale a pena continuar a acreditar e a procurar transformarmo-nos a nós próprios e a tudo o que nos rodeia. Esta minha existência é há alguns anos partilhada com o Carlos e o nosso filho Francisco, bem como com fiéis amigos de 4 patas.
Importante?
Continuar a estar atento, talvez desta forma não deixemos passar as coisas importantes desta vida.